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	<title>Saúde &#8211; A Maiss Pedida Web Rádio &#8211; Cachoeiro de Itapemirim &#8211; ES</title>
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	<title>Saúde &#8211; A Maiss Pedida Web Rádio &#8211; Cachoeiro de Itapemirim &#8211; ES</title>
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		<title>Secretarias estaduais de saúde lança pesquisa que pode contribuir na gestão orçamentária do SUS</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2020 19:49:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de entender os principais obstáculos que dificultam a execução e o combate à Covid-19 pelos municípios, o Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (CONASEMS) lançou a pesquisa “Gestão Orçamentária e Financeira do SUS”. A partir dos resultados, o intuito é buscar a redução das barreiras relacionadas à percepção de risco nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de entender os principais obstáculos que dificultam a execução e o combate à Covid-19 pelos municípios, o Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde <a href="https://www.conasems.org.br/">(CONASEMS)</a> lançou a pesquisa “Gestão Orçamentária e Financeira do SUS”. A partir dos resultados, o intuito é buscar a redução das barreiras relacionadas à percepção de risco nas contratações públicas.</p>
<p>O trabalho, que foi desenvolvido em parceria com a Fundação Getulio Vargas <a href="https://eaesp.fgv.br/">(FGV/EAESP)</a>, a Universidade da Califórnia, a Universidade de Zurique e a London School of Economics, foi feito por meio de aplicação de um questionário específico, enviado pelos apoiadores da Rede Colaborativa Conasems-Cosems, aos gestores municipais de saúde ou aos responsáveis técnicos da área.</p>
<p>A primeira etapa do levantamento vai começar no dia 17 de agosto de 2020, por meio de um questionário simples, em plataforma de fácil acesso, contendo somente cinco questões. Os resultados serão utilizados no entendimento dos principais desafios da gestão pública da saúde do país e viabilizar possíveis soluções desses problemas.</p>
<p>A pesquisa busca ainda indicar soluções com potencial de aumentar a alocação de recursos para serviços públicos de saúde, sobretudo os provenientes de repasses federais. Dessa forma, os governos municipais teriam mais efetividade, principalmente na resposta às demandas urgentes geradas pela pandemia, com processos de execução dos recursos recepcionados e a eficiência dos gastos no SUS.</p>
<p>Fonte: <a href="https://brasil61.com/noticias/secretarias-estaduais-de-saude-lanca-pesquisa-que-pode-contribuir-na-gestao-orcamentaria-do-sus-bras201335" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil 61</a></p>
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		<title>MP libera quase R$ 2 bilhões para produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2020 19:29:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro assinou, na última quinta-feira (6), Medida Provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para a produção e distribuição de 100 milhões de doses de uma das vacinas testadas contra a Covid-19. Trata-se do imunizante produzido pelo laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford e que está em fase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Jair Bolsonaro assinou, na última quinta-feira (6), Medida Provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para a produção e distribuição de 100 milhões de doses de uma das vacinas testadas contra a Covid-19. Trata-se do imunizante produzido pelo laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford e que está em fase de testes no Brasil sob a liderança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>A expectativa do Ministério da Saúde é de que 30 milhões de doses sejam fabricadas entre dezembro e janeiro e 70 milhões nos dois primeiros trimestres de 2021. Segundo Bolsonaro, o governo tem se esforçado em encontrar soluções para o tratamento da Covid-19.</p>
<p>“Procuramos meios no mundo de buscar a vacina e assinamos esse protocolo no passado, passamos a fazer parte deste seleto grupo. A nossa contrapartida é financeira, no momento, de quase R$ 2 bilhões. Talvez em dezembro exista a possibilidade da vacina e daí esse problema estará vencido poucas semanas depois”, destacou.</p>
<p>O acordo firmado entre o governo brasileiro e as instituições britânicas prevê que se a eficácia e a segurança da vacina forem comprovadas nos testes, a Fiocruz vai poder incorporar a tecnologia necessária para a produção das doses, que seriam disponibilizadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Vacina contra a Covid-19 começa a ser testada em voluntários de cinco estados e do DF</p>
<p>Pesquisadores da UnB estudam eficácia de imunobiológicos no tratamento da Covid-19</p>
<p>Pesquisadores brasileiros entram no páreo para a produção de vacina contra a Covid-19</p>
<p>Estágio<br />
A Medida Provisória editada pelo Executivo tem força de lei assim que publicada. No entanto, ela perde a validade caso não aprovada no Congresso Nacional em até 120 dias. De acordo com o Ministério da Saúde, R$ 1,3 bilhão são para os pagamentos previstos no contrato de Encomenda Tecnológica. Outros R$ 522,1 milhões serão destinados para a Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz responsável pela produção de imunobiológicos.</p>
<p>Atualmente, a vacina da Universidade de Oxford está no último estágio de estudo, que são os testes em humanos. Essa etapa é a última antes de uma possível produção em massa. No Brasil, cerca de cinco mil voluntários participam dos testes em três capitais: São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Os dados preliminares mostram que a vacina induziu a produção de anticorpos contra o novo coronavírus. Na última semana, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, afirmou que a eficácia do imunizante é próxima de 100% quando aplicado em duas doses.</p>
<p>O ministro da Saúde interino, Eduardo Pazuello, destacou que além da disponibilização da vacina, o Brasil poderá desenvolver a tecnologia nacional na área da saúde, com a incorporação do processo da AstraZeneca e da Universidade de Oxford.</p>
<p>“Estamos garantindo a aplicação de recursos em uma vacina que tem se mostrado uma das mais promissoras do mundo. Esse é um acordo de transferência de tecnologia [ao Brasil]. Isso significa que estamos garantindo a produção e entrega de 100 milhões de doses, além de trazer para o país a capacidade de utilizar essa nova tecnologia na indústria nacional e dar sustentabilidade ao Programa Nacional de Imunização”, disse.</p>
<p>Estratégia de vacinação<br />
Já se sabe que a vacina produzida pela Fiocruz vai ser distribuída pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), que atende o SUS. No entanto, o governo ainda não confirmou como seria a campanha de vacinação. Se seguir padrão semelhante ao que ocorre na imunização nacional contra a gripe, o Ministério da Saúde deve priorizar o grupo de risco que, no caso da Covid-19, é formado por idosos e pessoas com comorbidades e doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, por exemplo.</p>
<p>Outras vacinas<br />
Em paralelo ao trabalho desenvolvido em Oxford, outros laboratórios também estão na fase de testes clínicos com novas vacinas. Uma delas, conhecida como CoronaVac, também está sendo testada em brasileiros. A vacina é produzida pela empresa chinesa Sinovac Biotech e está sob a responsabilidade do Instituto Butantan no país.</p>
<p>Segundo o governador de São Paulo, João Dória, se a vacina se mostrar segura e eficaz, a produção começaria em novembro. A expectativa é de que 120 milhões de doses desse imunizante sejam produzidos. Em todo o mundo, há seis vacinas que estão no estágio mais avançado, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>No início do mês, a Rússia anunciou que planeja vacinar a sua população contra a Covid-19 já a partir de outubro, o que surpreendeu autoridades em saúde no mundo. Segundo o ministro da Saúde local, o Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia concluiu os ensaios clínicos e o imunobiológico deve ser registrado nesta quarta-feira (12). Após isso, as doses devem começar a ser produzidas.</p>
<p>Fonte: Brasil 61</p>
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		<title>Em laboratório, antivirais contra Hepatite C conseguem conter Covid-19</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 11:57:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estudam aplicar um antiviral originalmente usado contra hepatite C no tratamento da Covid-19. Os testes, realizados em células in vitro mostram que a droga daclatasvir teve bons resultados ao inibir a replicação do novo coronavírus. A droga também reduziu a produção de substâncias inflamatórias associadas aos casos graves da doença. No artigo científico que divulgou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da<a href="https://portal.fiocruz.br/"> Fundação Oswaldo Cruz</a> (Fiocruz) estudam aplicar um antiviral originalmente usado contra hepatite C no tratamento da <a href="https://www.brasil61.com/noticias/tag/covid-19">Covid-19</a>. Os testes, realizados em células in vitro mostram que a droga daclatasvir teve bons resultados ao inibir a replicação do novo coronavírus. A droga também reduziu a produção de substâncias inflamatórias associadas aos casos graves da doença.</p>
<p>No<a href="https://www.biorxiv.org/content/10.1101/2020.06.15.153411v1"> artigo científico</a> que divulgou a descoberta, os pesquisadores ponderam que antivirais contra o vírus da hepatite C estão entre os mais seguros e por isso defendem a realização de ensaios clínicos. Contudo, defendem também cautela na liberação de medicamentos contra o novo coronavírus.</p>
<p><strong><a href="https://www.brasil61.com/noticias/tratamentos-experimentais-contra-covid-19-ganham-forca-no-brasil-bras200678">Tratamentos experimentais contra covid-19 ganham força no Brasil</a></strong></p>
<p>“Estamos vivendo aquela figura de linguagem de ‘trocar o pneu do carro com carro em movimento’. O mundo só tem 5 meses de conhecimento sobre essa doença. Não tenho dúvida que a ciência vai entregar o melhor cronograma de antiviral, anti-inflamatório ou anticoagulante. Só que isso leva tempo. Como a gente ainda não tem essas respostas, o isolamento social e o uso de máscara é o recomendado”, orienta Thiago Moreno,  pesquisador do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde  da Fiocruz (CDTS) e líder do estudo.</p>
<p>Os testes tanto com o daclatasvir como com outro antiviral usado contra hepatite C, o sofosbuvir, foram aplicados em três tipos de células, inclusive pulmonares humanas. As duas drogas agiram impedindo que o vírus replicasse seu material genético, contudo foi o daclatasvir que apresentou efeitos mais potentes. A substância foi até 4 vezes mais eficiente do que a cloroquina e também mais eficiente do que a combinação entre lopinavir e ritonavir, coquetel em fase de testes clínicos.</p>
<p>O infectologista Alberto Chebabo, do Laboratório Exame, comemora os resultados da pesquisa da Fiocruz, mas ressalta a importância da realização de testes em humanos: “É uma droga com atividade in vitro, como temos várias outras, mas que precisa ser comprovada. Temos muitas substancias que nos estudos em células isoladas certifica uma boa atuação, mas que na hora dos ensaios clínicos elas não se mostram eficazes”, explica.</p>
<h2>Vacina</h2>
<p>A Fiocruz também trabalha, em Minas Gerais, no desenvolvimento de uma possível vacina contra o novo coronavírus, que atualmente é testada em animais. A vacina sintética contém pequenas partes de proteínas do vírus Sars-CoV-2 capazes de induzir a produção de anticorpos específicos no processo de defesa do organismo.</p>
<p><img decoding="async" src="https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/agencia-radio-arb/2485/content_vacinas-covid-19.jpg" alt="" /></p>
<div id="credits" class="hidden-text">Fonte: <a href="https://www.brasil61.com/noticias/em-laboratorio-antivirais-contra-hepatite-c-conseguem-conter-covid-19-bras200748" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil 61</a></div>
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